A implantação da Reforma Tributária inaugura uma nova lógica na relação entre governos, setor produtivo e sociedade. Trata-se de uma mudança estrutural que exige dos estados equilíbrio fiscal, eficiência administrativa e capacidade de promover o desenvolvimento econômico.
Santa Catarina entra nesse novo momento alguns passos à frente de outros estados, mantendo a política de não aumentar impostos. O governador Jorginho Mello tem demonstrado que é possível crescer, investir e manter as contas em dia mesmo em um cenário econômico desafiador, marcado por juros elevados (Selic em 15%) e cautela nos investimentos. As projeções do PIB retratam esse desempenho: enquanto o Brasil deve crescer 2,4% em 2025, a economia catarinense tem expectativa de avanço de cerca de 5%, o dobro da média nacional.
Esse resultado é fruto de uma economia diversificada, competitiva e fortemente conectada à indústria. Santa Catarina possui o sexto maior PIB do País, ocupa apenas 1,1% do território e mantém a menor taxa de desemprego do Brasil. A indústria responde por um terço dos empregos formais e exerce papel central na geração de valor, na inovação e no comércio internacional.
Neste contexto, o Estado também faz sua parte, mantendo uma forte política de investimentos. Somente em 2025 o Governo de Santa Catarina aplicou R$ 5,9 bilhões em obras, bens e equipamentos nas áreas de Saúde, Educação, Infraestrutura e Segurança Pública – um crescimento de 34% em relação a 2024.
Considerando os três primeiros anos da atual gestão, os investimentos já somam R$ 13,2 bilhões. Em valores atualizados para os dias de hoje, o governador Jorginho Mello se destaca como o que mais investiu nos três primeiros anos de gestão em toda a história de Santa Catarina, com montante duas vezes superior ao registrado por governos anteriores.
Isto só é possível com responsabilidade fiscal. O Estado mantém equilíbrio entre receitas e despesas, baixo endividamento, liquidez e reconhecida capacidade de pagamento, o que garante credibilidade, atrai investimentos e sustenta o crescimento.
Naturalmente que a Reforma Tributária impõe novos desafios e altera a lógica dos incentivos fiscais. Para Santa Catarina, esse novo modelo reforça a necessidade de investir em infraestrutura e em projetos estruturantes, preservando a competitividade da indústria.
É esta combinação – responsabilidade fiscal, investimentos e diálogo com o setor produtivo – que sustenta o modelo catarinense. Com contas equilibradas, economia dinâmica e indústria forte, Santa Catarina está preparada para a Reforma Tributária e reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, a geração de emprego e renda e um futuro de ainda mais entregas à sociedade.