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Secretário Rogério Siqueira e o adjunto Ricardo Stodieck iniciaram na FIESC rodada de reuniões setoriais para ouvir setor produtivo na definição de prioridades da pasta

Florianópolis, 30.6.2020 – O secretário de Desenvolvimento Econômico, Rogério Siqueira, e o adjunto, Ricardo Stodieck, iniciaram na Federação das Indústrias (FIESC), nesta terça-feira (30), rodada de reuniões setoriais para ouvir o setor produtivo na definição de prioridades da pasta. A reunião ocorreu no dia seguinte ao encontro entre a Secretaria e o Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (COFEM), que além da FIESC é integrado pelas federações do Comércio (FECOMÉRCIO), da Agricultura (FAESC), dos Transportes (FETRANCESC), das Associações Empresariais (FACISC), das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL), das Micro e Pequenas Empresas (FAMPESC), além do Sebrae-SC.

No encontro desta terça, o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, acompanhado da diretoria executiva da entidade, apresentou um panorama dos desafios da indústria catarinense, abordando oportunidades e ameaças de segmentos importantes, como suínos, pescados, madeira, frangos, têxtil/vestuário, naval, plástico, móveis, cerâmico, couro, máquinas, equipamentos, celulose, metalurgia, químicos, construção civil, alimentos e bebidas. Destacou, por exemplo, que o setor agroindustrial, um dos grandes motores da economia catarinense, enfrenta graves ameaças como a falta de infraestrutura de armazenagem e transporte para assegurar o acesso aos insumos e também desafios ambientais, com questões como licenciamento e a discussão no Supremo Tribunal Federal da aplicação da Lei da Mata Atlântica.

Siqueira reforçou que a SDE está ouvindo o setor empresarial para planejar as ações da pasta e adiantou que até o final do ano serão inaugurados seis centros de inovação, que, conforme diretriz de governo, devem atuar de forma integrada.  O diretor de educação da FIESC, Fabrizio Machado Pereira, levantou a necessidade de atuação conjunta envolvendo instituições como o SENAI e o governo do estado para formar pessoas em larga escala para trabalhar em áreas que têm dificuldade para preencher vagas abertas, como a de programação. “A questão não é discutir protagonismo. Nosso papel é promover a integração e a atuação complementar de todos”, disse Siqueira, referindo-se aos diversos atores sociais envolvidos no desenvolvimento econômico. O projeto Travessia foi apresentado pelo diretor de inovação FIESC, José Eduardo Fiates.
 

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