Florianópolis, 02.09.2026 – Pesquisa recente divulgada pela Gallup, empresa internacional de pesquisa e opinião pública, revela comportamentos e preferências de diferentes gerações em relação ao trabalho remoto. Entre os funcionários da Geração Z que têm a possibilidade de trabalhar remotamente, apenas 23% afirmam preferir essa modalidade.
A Geração Z, formada por pessoas nascidas entre 1997 e 2010, é a que mais deseja que os funcionários de suas organizações trabalhem remotamente com menor frequência.
Por outro lado, os millennials, nascidos entre 1981 e 1996 e também conhecidos como Geração Y, são os que mais gostariam que o trabalho remoto fosse adotado com maior frequência.
Os millennials também acreditam ser mais produtivos fora do escritório: 49% compartilham dessa percepção, enquanto apenas 19% afirmam ser mais produtivos no ambiente presencial.
Solidão é mais frequente entre funcionários totalmente remotos
Sentimentos como raiva, tristeza e solidão são relatados com mais frequência por trabalhadores que atuam totalmente de forma remota (45%).
Esse grupo também é mais propenso a relatar níveis elevados de estresse no dia anterior, em comparação com os trabalhadores presenciais: 39% entre aqueles que têm a possibilidade de trabalhar remotamente e 38% entre os que não têm essa possibilidade.
Os resultados sugerem que o trabalho totalmente remoto pode ser mais desgastante do ponto de vista mental e emocional do que os modelos presencial e híbrido. A distância física dos colegas e a redução das interações cotidianas estão entre os fatores que podem contribuir para o aumento da ansiedade e da sensação de isolamento. Além disso, o excesso de autonomia, quando não é acompanhado por apoio e orientação, também pode ampliar o estresse.
(Com informações da Gallup.)
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