Florianópolis, 28.08.2026 – Priorizar competências ou formações acadêmicas nas novas contratações e nas progressões de carreira? O debate em torno dessa dúvida, comum entre profissionais de RH, ganhou força nos últimos tempos, pois representa uma mudança na forma como as empresas entendem o trabalho.
Na prática, “skill based” pode ser traduzido como “baseado em habilidades” e se refere a um modelo de trabalho em que um profissional, independentemente de sua formação acadêmica, pode ser direcionado para diferentes projetos de acordo com suas habilidades.
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📹Em entrevista recente ao LinkedIn Notícias, a vice-presidente da Natura, Paula Benevides, afirmou que a vanguarda do RH precisa equilibrar as dimensões humanas com uma gestão orientada por dados.
“Ter clareza de que capacidades as experiências e os desafios demandam, entender quem são as pessoas e o que elas querem, e achar o match disso com IA, com uma gestão de dados pode fazer muita diferença”, afirmou a executiva.
Como aplicar o modelo skill based em sua organização?
Se você é profissional de RH e pretende implantar esse modelo de trabalho em sua organização, confira as dicas abaixo:
- Mapeie as competências essenciais: identifique as habilidades técnicas e comportamentais necessárias para cada função e projeto.
- Avalie habilidades na prática: considere experiências, projetos, entregas e demonstrações de conhecimento, não apenas diplomas.
- Crie uma linguagem comum: organize as competências por áreas e níveis de domínio para facilitar a comunicação entre gestores e equipes.
- Estimule a mobilidade interna: conecte profissionais a vagas, projetos e desafios compatíveis com suas habilidades.
- Invista no desenvolvimento contínuo: ofereça capacitações personalizadas e acompanhe a evolução das competências ao longo da carreira.
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