Em live transmitida pelo YouTube na noite desta quarta-feira (16), comunidade escolar conheceu o novo conceito e as estratégias de ensino da rede integrada por SESI e SENAI; com foco em ciência, tecnologia, engenharia, arte e matemática, Escola S ampliará a oferta do ensino infantil ao médio para que o estudante complete o ciclo da educação básica numa única escola 

 
Florianópolis, 16.09.2020 – Mais de 700 pais, alunos e professores conheceram nesta quarta-feira (16) o novo conceito da Escola S, lançada em agosto pela Federação das Indústrias (FIESC). Concebida com o objetivo de oferecer uma única escola para toda a formação básica do estudante, a rede integrada por SESI e SENAI prioriza o ensino da ciência, tecnologia, engenharia, arte e matemática, a chamada metodologia STEAM. A proposta é oferecer ao estudante uma jornada de ensino completa – do infantil ao médio – que será implantada gradualmente nas unidades do SESI e do SENAI. 

::: Assista à live transmitida pelo YouTube do SENAI:


Em novembro de 2018, a FIESC integrou a gestão educacional das instituições SESI e SENAI. De acordo com o diretor de educação e tecnologia da FIESC, Fabrizio Machado Pereira, “isso permitiu entender a educação como uma jornada integrada do estudante, iniciando na creche e percorrendo todas as etapas, até a pós-graduação”. O diretor destacou que o grande objetivo desse reposicionamento foi integrar os serviços educacionais da FIESC numa proposta única e verdadeira. “O mais importante foi a construção em conjunto com os nossos estudantes, familiares e professores”, salientou. 

De olho na década 2020-2030, o objetivo é fortalecer o projeto, conforme explicou Fabrizio. “Queremos ser reconhecidos como a melhor rede de educação básica de Santa Catarina. Para isso teremos diversas estratégias, como a ampliação de oferta do ensino regular, principalmente em ensino fundamental. Vamos implantar ações para alavancar o desempenho dos estudantes na Prova Brasil e no ENEM; inserir tecnologias e o ensino STEAM na nossa proposta curricular; e focar o desenvolvimento de competências socioemocionais dos estudantes, com apoio do Instituto Ayrton Senna”, citou. “Vamos construir juntos uma educação de qualidade, de referência e que impacte de forma positiva na vida dos estudantes”, acrescentou. 

::: Diferenciais da Escola S
A Família Andreola, de Videira, contou como tem sido a experiência com a Escola S. “Quando nós pais buscamos uma escola, a gente quer uma escola que cuide e prepare para a vida. Isso inclui cuidar desses aspectos socioemocionais”, comentou Cristiane, mãe da Louise e do Gabriel. “A gente sabe que o mundo do trabalho exige muito além do conhecimento técnico. A alta empregabilidade está justamente associada às pessoas saberem lidar com as suas emoções. É fundamental que a gente comece desde cedo a focar nessas habilidades”, avalia Cristiane, que trabalha na área de gestão de pessoas.  

O tema é amplamente trabalhado na Escola S em parceria com o Instituto Ayrton Senna para desenvolvimento de competências socioemocionais dos estudantes, como a autoconfiança, respeito, empatia, responsabilidade, persistência e imaginação criativa.

A gerente-executiva de educação, Adriana Cassol, destacou entre os diferenciais da Escola S o objetivo de formar mentes criativas e com pensamento crítico, desenvolvendo a autoconfiança por meio de uma aprendizagem leve e contextualizada. Acompanhada do gerente de educação básica, Thiago Korb, ela também lembrou que a rede usa diversas tecnologias educacionais para se manter conectada com a comunidade escolar; foca no ensino STEAM; prioriza a adoção de hábitos saudáveis, com alimentação balanceada e práticas esportivas, além do contato com a natureza; e está conectada às necessidades da indústria.    

O alinhamento constante às tendências internacionais em educação permite ao estudante da Escola S desenvolver competências essenciais para o futuro. Essa premissa também é refletida na proposta pedagógica inovadora e singular que será aplicada. “São metodologias ativas, que fazem do aluno o principal agente de sua trajetória acadêmica e, do professor, um guia constante e atento às formações que podem ser trilhadas pelo estudante”, explica o diretor de educação e tecnologia da FIESC, Fabrizio Machado Pereira. A aprendizagem remota será uma grande aliada, lembra o diretor. “Ela está sendo imperativa nesse processo da pandemia por motivos óbvios e acabará sendo vital para a continuidade de algumas propostas”, acrescenta. 

De acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), as próximas décadas serão marcadas por um ensino que leve em conta a aprendizagem autônoma e participativa, a partir de problemas e situações reais. É aí que entram recursos como a gamificação, a sala de aula invertida e o estudo baseado em projetos e contextualizado. “Temos priorizado o aprendizado ao longo da vida, contínuo e integrado às rotinas diárias, extrapolando os sistemas escolares formais. Buscamos oferecer um ensino que tenha significado para o aluno, em que ele seja estimulado de maneira voluntária, proativa e permanente; e que ele faça sua autogestão nesse caminho”, detalha Pereira. 

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Assessoria de Imprensa
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina
 

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