Provas foram disputadas nas modalidades Sumô de Robôs, Cabo de Guerra e Corrida Maluca; disputa procura desenvolver competências profissionais

Chapecó, 26.10.2026 – Mais de 100 equipes de 20 municípios participaram do Torneio de Robótica Grande Oeste 2026, promovido pelo SESI/SC no Centro de Eventos de Chapecó, no fim de semana.

A programação contemplou as modalidades Sumô de Robôs, Cabo de Guerra e Corrida Maluca, mobilizando mais de 500 estudantes em desafios que exigiram planejamento, construção e programação dos protótipos.

Na Corrida Maluca, as propostas Maker Tech e Maker Raízes associaram tecnologias de fabricação digital e automação ao uso de materiais recicláveis e de baixo custo, aproximando inovação e sustentabilidade.

Gerente destaca oportunidade de colocar conhecimentos em prática

Para o gerente SESI SENAI IEL reional Oeste e Extremo Oeste, Jardel Carminatti, o torneio representa uma oportunidade de colocar em prática o aprendizado e desenvolver habilidades que acompanham os estudantes. “Ver essas crianças e adolescentes envolvidos em projetos nos quais trabalharam ao longo do ano e que agora podem colocar em prática, numa competição saudável, mostra o papel de relevância do SESI.”

Carminatti também ressaltou o apoio das prefeituras parceiras e a contribuição da robótica para as escolhas profissionais dos participantes. “Nosso objetivo é desenvolver capacidades socioemocionais e técnicas nessas crianças e nesses adolescentes, para que possam identificar a vocação que querem seguir no futuro, olhando para um mundo do trabalho de muitas oportunidades, principalmente no Oeste de Santa Catarina”, afirmou.

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Programação contemplou as modalidades Sumô de Robôs, Cabo de Guerra e Corrida Maluca

Participante vê na robótica possibilidades profissionais

Aos 16 anos, o participante Eduardo Decarli já percebe como a experiência com a robótica ajuda a reconhecer interesses e possibilidades profissionais. Integrante da equipe West Sharks, do SESI de Chapecó, desde o ano passado, ele atua na engenharia do robô e também auxilia nas finanças. 

O contato com a área começou entre os 11 e 12 anos, mas foi na vivência em equipe que encontrou maior afinidade com a construção dos protótipos. “Comecei aprendendo programação e descobri que não gostava muito. Aí fui para a engenharia, algo de que gosto mais, que é montar o robô”, contou. Além da experiência prática, Eduardo apontou o contato com empresas e patrocinadores como uma oportunidade de ampliar conhecimentos e conhecer caminhos para o futuro profissional.

De acordo com a técnica de educação continuada Maker do SESI, Daisy Machado, que acompanha duas equipes, as descobertas começam na pesquisa e ganham forma quando os estudantes precisam transformar informações em soluções. “Eles têm que trazer isso para a robótica. É muita pesquisa, muita dedicação”, relatou.

Segundo Daisy, o envolvimento ultrapassa os momentos de atividade no SESI e chega às famílias, que também passam a fazer parte dos projetos. Ao acompanhar a evolução dos estudantes, ela identifica um aprendizado que permanece depois das competições. “Eles levam para a família, a família está envolvida. Isso, para mim, é emocionante: saber que vão levar isso não só para aquele momento, mas para a vida”, salientou.

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Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC
Gerência de Comunicação

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