De 6 a 8 de agosto, o presidente Mario Cezar de Aguiar e executivos da entidade terão encontros com lideranças empresariais e farão visitas a indústrias e entidades de São Miguel do Oeste, Itapiranga, Princesa, Dionísio Cerqueira e Guaraciaba

Florianópolis, 5.8.2019 – A diretoria da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) vai se instalar no extremo-oeste do estado de 6 a 8 de agosto. Estão programadas visitas a indústrias e instituições de São Miguel do Oeste, Itapiranga, Princesa, Dionísio Cerqueira e Guaraciaba. O presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar, salienta que o objetivo é aproximar cada vez mais a FIESC das demandas do setor. “Nosso estado tem uma grande diversidade industrial e o extremo-oeste é exemplo disso, com a presença de segmentos como o agronegócio, móveis, madeira e máquinas e aparelhos mecânicos. Sabemos que uma das principais deficiências da região é a infraestrutura, que é um desafio para o escoamento da produção aos mercados consumidores. Estamos atentos à questão e esta é uma bandeira permanente da Federação”, afirma. O vice-presidente regional da entidade, Astor Kist, acompanha o presidente da FIESC, o diretor regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira, e o diretor de desenvolvimento industrial e corporativo, Alfredo Piotrovski na agenda de compromissos.

Para o dia 6, às 9h30, no SENAI em São Miguel do Oeste, está programada coletiva à imprensa e na sequência visita ao SESI. À tarde, em Itapiranga, a comitiva visita o SENAI, a instituição de ensino UCEFF e a Lass Berg. À noite está programada reunião em São Miguel do Oeste com lideranças políticas e empresariais locais. No dia 7, pela manhã, será realizada reunião em Dionísio Cerqueira, na Associação Comercial e Agroindustrial de Barracão e Dionísio (Ascoagrin). À tarde, está programada visita à Sollos Brasil, em Princesa, e à indústria Gran Mestri, em Guaraciaba. No dia 8, pela manhã, em São Miguel, estão programadas visitas à Sysmo Sistemas e à Torfresma. Na sequência, a direção da FIESC retorna para Florianópolis.

Números: O extremo-oeste tem um PIB de R$ 5 bilhões, com São Miguel respondendo por R$ 1,3 bilhão. A região tem 5,8 mil empresas que empregam 40 mil trabalhadores, com a indústria respondendo por 39% do total. No ano passado, as exportações da região totalizaram US$ 194 milhões e as importações US$ 59 milhões.

 

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