Pesquisa de opinião empresarial mensal realizada pela entidade analisa tendências relacionadas à atividade da indústria no país e no estado

Florianópolis, 29.9.2021 - A visão do empresário catarinense em relação à perspectiva da economia permanece positiva. É o que indica a Sondagem Industrial, pesquisa de opinião empresarial mensal realizada pela FIESC que analisa tendências relacionadas à atividade da indústria no país e no estado.  

Em setembro, os principais indicadores de expectativa ficaram acima da casa dos 50 pontos, sinal de otimismo do empresário para a atividade econômica. A intenção de Investimento do industrial catarinense marcou 70,5 pontos. Já a perspectiva de crescimento das exportações, 52,7 pontos, e a expectativa da demanda interna, 59,4 pontos.

“Santa Catarina tem uma economia dinâmica, com crescimento acima da média nacional. Nossas indústrias também continuam se beneficiando da demanda externa, principalmente de países como os Estados Unidos, que reforçam a demanda e a necessidade de investimentos”, afirma o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar.

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De acordo com Marcelo Masera de Albuquerque, economista do Observatório FIESC, os resultados da Sondagem Industrial demonstram uma perspectiva otimista do empresário catarinense. Em relação ao nível de empregos, a pesquisa indicou o terceiro aumento mensal consecutivo, atingindo 55,2 pontos em agosto. Isso evidencia uma maior consistência de Santa Catarina perante o cenário nacional.

Conforme análise do economista, o grande indutor para a recuperação do otimismo é o ritmo forte da vacinação dos últimos meses. Até o atual momento, 40% da população brasileira está completamente imunizada (com as duas doses ou dose única). No ranking nacional, Santa Catarina está com 39,6% da população imunizada.

Já o nível de Utilização da Capacidade Instalada (UCI) registrou 79% em agosto, próximo ao nível considerado adequado para a indústria, de 80%. O cenário nacional registrou valor inferior, de 72%. A UCI reproduz a relação entre o quanto foi produzido pela unidade industrial e o quanto poderia ter sido produzido operando em plena capacidade.

 

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