ArcelorMittal Vega e Grupo Tigre trouxeram experiências de suas respectivas companhias, mostrando como ganharam relevância na comunidade e promoveram a transformação cultural com seus colaboradores

 

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Florianópolis, 9.11.2021 - Mostrar como o olhar cuidadoso de um bom líder para os seus colaboradores pode gerar oportunidades e novas formas de engajar foi o tema do segundo painel do Fórum Radar Reinvenção, evento realizado pela FIESC nesta terça-feira (9), em Florianópolis. ArcelorMittal Vega, de São Francisco do Sul, e Grupo Tigre, de Joinville, trouxeram experiências de suas respectivas companhias, mostrando como ganharam relevância na comunidade e promoveram a transformação cultural com seus colaboradores.

Márcio Fernandes, conselheiro independente e especialista em pessoas e engajamento, falou sobre gestão de pessoas moderna, super conectada e com a intenção de engajar. “Se a gente não conseguir conectar as pessoas a algo que faça sentido para elas e que seja um norte, elas não vão se engajar às estratégias da sua empresa”, alertou. “A força motriz dos negócios são as pessoas e conectá-las às estratégias é essencial”, acrescentou Fernandes. 

De acordo com Fernandes, são atributos essenciais para uma gestão de pessoas moderna a comunicação (transparência), o respeito, a imparcialidade, a credibilidade, critérios viabilizadores e gestão participativa. “Cultura em formação vai ter nuances complexas e a gente precisa fazer gestão do conhecimento, com multiplicação do conhecimento”, frisou. 

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Gestão de pessoas na indústria 
A mediação do painel, conduzida pelo diretor de Recursos Humanos da WEG, Hilton Faria, explorou experiências de indústrias catarinenses. Max Polastri, responsável pela área de Recursos Humanos na ArcelorMittal Vega, apresentou o programa criado em São Francisco do Sul para superar a dificuldade de empregar a comunidade do entorno por falta de formação técnica. “Chegou um momento em que a gente decidiu ser protagonista. Com gestores, identificamos as habilidades necessárias e buscamos um parceiro para formar nossos profissionais, assim criamos um curso customizado com o SENAI e passamos a oferecer gratuitamente à comunidade”, contou. Em 2016, apenas 7% dos admitidos eram de São Francisco do Sul. Com o programa Sustentabilidade Técnica, as admissões de jovens da comunidade local foram ampliadas e chegaram a 90% em 2020. Este ano, quatro turmas serão formadas por meio do programa. 

No Grupo Tigre, a diretora de pessoas Patricia Bobbato relatou como se deu a jornada de transformação cultural para estabelecer ‘uma só Tigre’. São 24 unidades fabris, que exportam para 30 países, e 5 mil colaboradores. “Atuamos em três grandes frentes: comprometimento com o cliente e o negócio, envolvidos de corpo e alma e entregando resultado em equipe. Melhoramos a estrutura e revisamos competências. Essa transformação cultural faz toda a diferença nos nossos resultados e só acontece por meio da liderança”, afirmou. Pesquisa de clima da indústria mostra que 99% se identificam com a cultura da empresa, 86%  afirmam ter percebido mudanças positivas em seus líderes e 90% consideram a Tigre um excelente lugar para se trabalhar. 

Assessoria de Imprensa
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC

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