3.311 estudantes participaram da prova e 400 foram premiados. São alunos do Ensino Fundamental e Médio de 17 escolas da rede SESI de Santa Catarina

Florianópolis, 24.5.2021 – Desde 2017, as escolas do SESI de Santa Catarina participam do Concurso Canguru de Matemática Brasil, competição organizada pela Association Kangourou Sans Frontières, da França. Este ano, o desempenho dos alunos superou as expectativas. No final de março, 3.311 alunos de 17 escolas da rede SESI realizaram a prova. Destes, 400 alunos foram premiados, sendo três alunos com medalhas de ouro, 29 com prata, 36 bronze e 332 alunos com honra ao mérito. Participaram da competição alunos do 3º ano do Ensino Fundamental até os da 3ª série do Ensino Médio. No ano passado, 219 alunos de duas escolas realizaram a prova, que teve 26 alunos premiados.
 
“Mesmo sendo uma competição em nível nacional e em tempos de pandemia, nossos alunos mostraram que são capazes de mobilizar conhecimentos matemáticos e resolver problemáticas com situações complexas e lógicas, mesmo nas adversidades. Este resultado é o reconhecimento pela dedicação e estudo dos alunos. Porém, também é um conjunto de fatores que passa pelos docentes capacitados e sempre em busca do melhor para seus estudantes; pelas tecnologias digitais para aprendizagem na área de matemática, pois as aulas vão além do tradicional, com a inserção de projetos e o trabalho mão na massa (maker); e pela equipe pedagógica sempre disponível para as necessidades dos estudantes e dos pais, para entender melhor a particularidade de cada aluno”, destaca o diretor de Educação e Tecnologia, Fabrizio Machado Pereira.
 
O Concurso Canguru de Matemática é a maior competição de Matemática do mundo, com mais de 6 milhões de participantes por ano de 75 países. A iniciativa tem como foco ampliar e incentivar o desenvolvimento dos conhecimentos matemáticos, contribuir para a melhoria do ensino de Matemática em todos os níveis da Educação Básica, favorecer o estudo de maneira interessante, aproximando os alunos do universo da Matemática, e estimular a capacidade dos alunos de obter prazer e satisfação intelectual na resolução de problemas de Matemática. 
 
Para o especialista em Educação, Nicélio Gesser, a prova contou com diversas questões desafiadoras e os alunos têm contato com uma matemática que nem sempre é vista de modo curricular. “As questões são mais complexas e que, além dos conhecimentos matemáticos, exigem muito raciocínio lógico. Além disso, muitos estudantes são motivados pela competição, pela medalha que é um reconhecimento de todo seu esforço dentro da área de Matemática. Consequentemente, no currículo, acaba sendo um diferencial você ser um medalhista em uma competição e abre novas possibilidades para o futuro”, explica.
 
As escolas SESI desenvolvem o trabalho de monitoramento dos alunos de forma individual para entender o desempenho de cada um. “Tanto na sala de aula como com o uso de tecnologias que promovem estudos individualizados , podemos medir como cada aluno está se saindo nos estudos. Com isso, podemos identificar tanto alunos com dificuldades como alunos que estão à frente dos demais. Desta forma, sugerimos atividades diferenciadas que se adequem melhor a situação de cada um. Além disso, as atividades com projetos já preparam os alunos para situações diferenciadas onde eles precisam resolver problemáticas e isso reflete na hora de interpretar uma situação problema dada por uma olimpíada como a do Canguru, por exemplo, o que facilita a sua resolução”, finaliza Gesser.

Sobre a premiação:
As medalhas entregues para os melhores desempenhos dos estudantes na olimpíada significam:
-medalha de ouro: estudante que está entre os 1% mais bem colocados do país;
-medalha de prata: estudante que está entre os 2% mais bem colocados do país;
-medalha de bronze: estudante que está entre os 3% mais bem colocados do país;
-medalha do Mérito: estudante que está entre os 4% mais bem colocados do país.

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