Presidente da entidade e executivos iniciaram os compromissos na região nesta terça-feira (6), com visitas a empresas e instituições de ensino de São Miguel do Oeste e Itapiranga

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Florianópolis, 7.8.2019
– A diretoria da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) iniciou agenda no extremo-oeste, com visitas a empresas e instituições de ensino de São Miguel do Oeste e Itapiranga. Infraestrutura e educação foram os principais assuntos abordados nos encontros desta terça-feira (6). “Sabemos da relevância das demandas do extremo-oeste. Em relação à infraestrutura temos feito uma forte defesa no Ministério dos Transportes, inclusive lançamos um livro recentemente, que é uma proposta de inserção de Santa Catarina no plano nacional de logística. Para nossa surpresa, o estado não está contemplado nesse plano. Precisamos de ferrovias, aeroportos e melhorar nossas rodovias. E isso é uma política que o governo tem que fazer”, declarou o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar. Acompanham Aguiar na programação o vice-presidente regional, Astor Kist, o diretor regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira, e o diretor de desenvolvimento industrial e corporativo, Alfredo Piotrovski.


“Temos dito sempre que investir em Santa Catarina antes de ser uma questão de justiça é uma questão de inteligência porque o estado dará uma resposta muito positiva em termos de desenvolvimento e de arrecadação para o país”, afirmou Aguiar. Ele destacou o empreendedorismo do extremo-oeste, com empresários que acreditam e investem, mas a região não tem recebido a devida atenção, principalmente do governo federal.

O vice-presidente regional, Astor Kist, salientou que a situação das rodovias BR-282 e a SC 163, esta entre São Miguel e Itapiranga, está em condições precárias. “Só temos a BR-282 que nos liga à capital, mas que infelizmente está abandonada. Por isso, é importante continuar trabalhando incessantemente para resolver essa situação”, afirmou. 

Aguiar também lembrou que onde tem indústria o índice de desenvolvimento humano (IDH) é elevado. “É nossa obrigação atender às demandas da indústria e, certamente, a educação merece atenção especial. O setor passa por um processo de modernização relevante, com a indústria 4.0. Então temos que capacitar os profissionais com uma formação adequada para que possam desenvolver suas atividades alinhadas às novas exigências”, explicou.

Nesta quarta-feira, dia 7, a agenda prevê reunião em Dionísio Cerqueira, na Associação Comercial e Agroindustrial de Barracão e Dionísio (Ascoagrin), visita à Sollos Brasil, em Princesa, e à indústria Gran Mestri, em Guaraciaba. No dia 8, pela manhã, em São Miguel estão programadas visitas à Sysmo Sistemas e à Torfresma. Na sequência, a direção da FIESC retorna para Florianópolis.

O extremo-oeste tem um PIB de R$ 5 bilhões, com São Miguel respondendo por R$ 1,3 bilhão. A região tem 5,8 mil empresas que empregam 40 mil trabalhadores, com a indústria respondendo por 39% do total. No ano passado, as exportações da região totalizaram US$ 194 milhões e as importações US$ 59 milhões.

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