Em live promovida pela FIESC e Apex-Brasil, a presidente da Câmara de Comércio Exterior da Federação, Maria Teresa Bustamante, destacou a importância do Intercomp para aumentar a inserção internacional de empresas catarinenses

Florianópolis, 28.9.2021 - O International Competitiveness (Intercomp), programa de internacionalização da Federação das Indústrias (FIESC), sensibilizou 964 indústrias e alcançou 2,8 mil participantes nos eventos desde o seu lançamento no final de 2018. As informações foram apresentadas pela presidente da Câmara de Comércio Exterior da FIESC, Maria Teresa Bustamante, durante live realizada em conjunto com a Apex-Brasil, nesta terça-feira, dia 28. “A internacionalização é um dos eixos estratégicos da FIESC”, disse. 

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Por meio do programa, a FIESC aplica a avaliação de maturidade, ferramenta que permite a empresa fazer um diagnóstico sobre o estágio em que se encontra em relação à internacionalização. Maria Teresa explicou que, de 2018 até hoje, cerca de 500 empresas aplicaram a avaliação de maturidade, em sua maioria pequenas e médias. A nota da avaliação varia de 0 a 4. A média geral foi 1,89. “Isso significa que há espaço para trabalhar no ambiente interno das empresas”, declarou. Ela também destacou a parceria da FIESC e do Sebrae-SC no âmbito do programa Go To Market, que só em 2021 alcançou 80 empresas participantes. 

Ainda durante a live, o representante regional da Apex-Brasil, Gabriel Isaacsson, salientou o trabalho da agência para promover a internacionalização e atrair investimentos. “A Apex é mais um membro do ecossistema que trabalha para facilitar e apoiar o empresário brasileiro para alcançar mercados além das nossas fronteiras. Temos diversos programas e atuamos em rede”, afirmou, lembrando que, no exterior, a instituição tem escritórios na América do Norte, Europa, Oriente Médio e Ásia. 

Ele destacou a importância de estar próximo do empresário brasileiro, percebendo o potencial regional. “Apoiamos a inserção dos produtos e serviços brasileiros lá fora para empresas de todos os portes. Os nossos programas são desenhados de acordo com a maturidade exportadora das empresas. Então tem programas para empresas que nunca exportaram, para iniciantes e para quem quer tornar-se uma multinacional”, disse Gabriel.
 

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