Indústria está preocupada com mobilidade de cargas e pessoas nas estradas brasileiras

Florianópolis, 22.5.2018 – A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) tem recebido manifestações de empresas do setor relatando problemas com a mobilidade de cargas e pessoas em função do movimento dos caminhoneiros, que protestam contra a política de preços da Petrobras. “Esperamos que governo e caminhoneiros cheguem a uma rápida solução para o impasse, para evitar vultosos prejuízos à indústria e ao País”, disse o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, preocupado com os relatos de bloqueios de rodovias que rapidamente trazem implicações para indústria, varejo e para toda a sociedade.

“Independentemente do mérito das reivindicações, as manifestações não devem prejudicar a mobilidade de pessoas e cargas, o que é especialmente grave no caso de setores como o de alimentos, um dos mais importantes da indústria catarinense”, avaliou Côrte.

Em ofício ao ministro dos Transportes, Valter Casimiro Silveira, a FIESC destacou que no momento atual a paralisação “será mais um duro golpe na competitividade da indústria nacional e motivo de maior encolhimento da arrecadação tributária” e alertou que haverá impacto no fluxo de produção, comprometendo a conservação de produtos perecíveis, o cumprimento de prazos contratuais internacionais, o atraso no abastecimento do mercado interno, entre outros prejuízos. No documento, a FIESC solicita o estabelecimento de negociações para superar o impasse e providências para evitar bloqueio nas rodovias.

 

 

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