Utilização de satélites está entre as sugestões apresentadas na 22ª Sessão da Comissão de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento, órgão das Nações Unidas, que é realizada desde o dia 13, em Genebra-Suíça

Florianópolis, 15.5.2019 – Em painel nesta quarta em Genebra-Suíça, o diretor do Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados, André Pierre Mattei, propôs o uso de tecnologias aeroespaciais e centros de informação como forma de promover o desenvolvimento de comunidades. Ele foi um dos palestrantes da 22ª Sessão da Comissão de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento (CSTD, na sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU). 

Convidado a apresentar sugestões para o desenvolvimento de uma ciência-cidadã, Mattei apresentou cinco propostas, três delas voltadas ao uso de satélites: promover cooperação internacional para criação de redes de nanossatélites para sensoriamento remoto e retransmissão de dados; incentivar a educação para o uso de serviços de satélites e encorajar a criação de projetos-piloto usando tecnologias de satélites em alguns locais (preferencialmente em pequenas comunidades) e, em seguida, considerar a ampliação dessas iniciativas. Ele também sugeriu o incentivo à educação de crianças sobre a importância do meio ambiente para a sobrevivência e estimular a criação de centros de informação para apoiar negócios globais e comunitários.

As propostas estão em linha com atividades vivenciadas no próprio instituto que dirige, no Sapiens Parque, em Florianópolis. É caso do nanossatélite, que está em desenvolvimento em parceria com a empresa Visiona e que poderá ser utilizado para coleta de informações que contribuam para a agricultura, segurança pública e gerenciamento de cidades, entre outros segmentos. 

Institutos SENAI de Inovação

Sediado no Sapiens Parque, em Florianópolis, o Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados oferece soluções em sistemas ciberfísicos com foco na gestão de tempo, custo e riscos. Seus segmentos estratégicos de atuação são as indústrias aeroespacial, automotiva, de energia, óleo e gás, automação e TIC, além dos setores de defesa, saúde e telecomunicações. O portfólio de serviços inclui o desenvolvimento de dispositivos e equipamentos para computação embarcada, sistemas de aquisição e controle embarcados e sistemas de análise de dados em sistemas embarcados.

A estrutura integra uma rede composta por 26 institutos de inovação, instalados em 12 estados, sempre próximos a complexos industriais e universitários. A rede tem o objetivo de aumentar a produtividade e a competitividade da indústria brasileira, com a criação de soluções ágeis, inovadoras e sob medida para indústrias de grande, médio e pequeno porte. O foco de atuação é a pesquisa aplicada, desde a fase pré-competitiva, de definição de conceitos e experimentações, até a etapa final, quando o novo produto está prestes a ser fabricado pela indústria. O atendimento abrange Apoio laboratorial para prototipagem e plantas-piloto (estágio pré-competitivo), serviços tecnológicos de alta complexidade e alto valor agregado, transferência tecnológica, aumento de performance, redução de riscos tecnológicos, ecossistema de inovação para desenvolvimento de novos produtos, processos e tecnologias, conexão com os principais atores do Sistema Nacional de Inovação e consultoria e treinamento em diversas áreas tecnológicas. Outros dois institutos – de Sistemas de Manufatura e em Processamento a Laser – estão sediados em Joinville.

 

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