Entidade avalia que o momento agora é de detalhar os planos de governo, ouvir o recado dos eleitores que querem mudança na forma de fazer política e deixar de lado o radicalismo ideológico; candidatos ao governo do Estado serão convidados a participar da reunião de diretoria da FIESC do dia 19 de outubro

Florianópolis, 8.10.2018 – O segundo turno das eleições representa oportunidade para que o País e Santa Catarina aprofundem o debate sobre as propostas para os próximos governos federal e estadual, avalia a Federação das Indústrias (FIESC). “A discussão precisa ser feita com coragem, deixando a superficialidade de lado, para que a partir de janeiro os escolhidos possam fazer efetivamente as mudanças que o eleitor pediu”, defende o presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar. “Mas o debate deve ser realizado com tranquilidade, sem radicalismo ideológico ou ataques pessoais, com gestos claros para o início da pacificação do País, que está dividido”, completa.

Os candidatos ao governo do Estado serão convidados a participar da reunião de diretoria da FIESC, no dia 19 de outubro, anuncia Aguiar. “Será uma importante oportunidade de interação entre o setor industrial e os candidatos. A Carta da Indústria, que traz  as contribuições da nossa entidade, tem a não elevação da carga tributária como uma das principais prioridades. Mas, mais do que isso, esperamos que o próximo governador avalie nossas sugestões e desenvolva uma política industrial que permita ao setor contribuir cada vez mais com o desenvolvimento do Estado, pois o bom desempenho da indústria movimenta toda a economia, gera empregos e impostos. Enfim, melhora a vida de todos os catarinenses”, diz Aguiar.

No plano nacional, um debate mais profundo sobre as reformas que precisam ser feitas é fundamental para que o próximo presidente tenha a legitimidade necessária para colocá-las em prática. “O País tem quase 13 milhões de desempregados, a recuperação em curso é lenta e o câmbio ameaça a inflação e a manutenção dos juros nos níveis atuais. Tudo isso reforça a urgência de um profundo ajuste fiscal, com corte de despesas e reformas estruturais, como a tributária, que deve começar pela simplificação do sistema. Um ambiente de maior tranquilidade será fundamental para alcançar esses objetivos”, finaliza Aguiar.

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