Ambiente localizado na sede da FIESC, em Florianópolis, exibe produtos de empresas catarinenses

Clique aqui e confira as fotos da reunião no Flickr da FIESC

Florianópolis, 16.3.2018 – O Catarinense Pharma, de Joinville, laboratório que desenvolve e comercializa medicamentos, entre eles fitoterápicos e suplementos, expõe produtos no Espaço Indústria. O ambiente está localizado na Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), em Florianópolis, e mostra, todos os meses, o trabalho de empresas e instituições do Estado. O presidente da empresa, Adriano Bornschein Silva, apresentou os principais produtos fabricados pela companhia à diretoria da FIESC, nesta sexta-feira (16), em Florianópolis. “Nos últimos três anos dobramos de tamanho e a nossa projeção é dobrar de tamanho até 2020”, disse ele, lembrando que esse desempenho é puxado pelo aumento da expectativa de vida que leva as pessoas a melhorar os cuidados com a saúde para garantir o bem-estar, mesmo que aos 80 ou 90 anos.

O presidente da FIESC, Glauco José Côrte, destacou a maturidade do jovem empresário à frente da empresa. “Queria também fazer referência ao trabalho voluntário que há muitos anos o Adriano faz. Faço o registro porque ele tem esse lado social muito forte. É um empresário que não deixa de lado as suas obrigações também como cidadão, fazendo um trabalho muito bonito”, enfatizou.

Adriano relatou a história da empresa, de origem familiar, que tem 72 anos de fundação. Começou como farmácia, que à época revendia produtos industrializados, mas também manipulava produtos dentro das lojas. “Em 1945 surgiu uma lei no Brasil que proibiu a fabricação e produção de medicamentos dentro de farmácias. Aí acabou surgindo o Laboratório Catarinense, que comprou vários laboratórios na região. Então temos produtos mais antigos que a própria história da empresa, como por exemplo, a camomila digestiva, que é datada de 1890, um dos medicamentos mais antigos do Brasil e que ainda hoje faz parte do nosso portfólio”, explicou.

Silva destacou também que a empresa tem forte atuação na área de medicamentos fitoterápicos, à base de plantas. “Não são chás. O medicamento fitoterápico é igual ao medicamento sintético no sentido da indicação terapêutica. Significa que se você for comprar um medicamento antitussígeno (que combate a tosse) e ele venha a ser um medicamento sintético ou fitoterápico, terá tem que acabar com a tosse e ponto final. No Brasil ainda existe certo preconceito com fitoterápicos como se fossem medicamentos inferiores em qualidade e eficácia. O que na prática não é”, informou, lembrando que há um controle rígido de qualidade desde o plantio.

Adriano salientou ainda que o Brasil tem a maior biodiversidade do mundo, mas apenas 350 fitoterápicos registrados no País, enquanto a Alemanha tem 10 mil registros, comparou.

Entre em contato

Tire dúvidas, envie sugestões e reclamações

Fale conosco