Exportações de SC acumulam alta de 14,5% até outubro

Dados divulgados pela FIESC revelam que os embarques no período totalizaram US$ 7,158 bilhões, o maior valor desde 2014
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Florianópolis, 6.11.2017 – No acumulado do ano até outubro, as exportações catarinenses somaram US$ 7,158 bilhões, avanço de 14,5% frente ao mesmo período de 2016, constituindo-se no maior valor desde 2014. O desempenho coloca o Estado em oitavo lugar no ranking das exportações, responsável por 3,9% das vendas externas brasileiras, mostram dados divulgados pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC). Os destaques da participação na pauta exportadora são carne de aves, que ocupa a primeira posição (com crescimento de 13,7% em relação a 2016), seguido pela soja (com ampliação de 23,7%) e pela carne suína (com avanço de 21,5%). Veja os dados completos. 

Em outubro, os embarques catarinenses somaram US$ 726,5 milhões, avanço de 19,4% frente ao mesmo mês de 2016. O valor é o maior dos últimos três anos, colocando o Estado na nona posição entre as demais unidades federativas. Considerando a participação na pauta de exportações no acumulado, os principais parceiros comerciais do Estado são os Estados Unidos, que compraram de Santa Catarina US$ 1,165 bilhões (crescimento de 17,3%), seguido da China, com ampliação de 7,6%, e Argentina, que avançou 22,8%. Os três países respondem por 34,6% das vendas externas feitas pelo Estado no ano.

Ainda no período de janeiro a outubro, as importações do Estado cresceram 22,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando US$ 10,456 bilhões. O resultado, embora acima do observado em 2016, está abaixo da média dos últimos sete anos. Ainda assim, o desempenho dá a Santa Catarina o segundo lugar no ranking de importações, respondendo por 8,4% das compras vindas do exterior.

Considerando a participação na pauta de importações no acumulado do ano, a China lidera a participação, com US$ 3,542 bilhões de produtos vendidos a Santa Catarina (33,9% do total importado), o que representa crescimento de 34,8% no ano, seguidos de Chile e Argentina.

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