Espaço Indústria, da FIESC, recebe o SCMC

Santa Catarina Moda e Cultura reúne 15 empresas do setor de moda, com foco em inovação, design e troca de experiência
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  • Presidente da FIESC, Glauco José Côrte (e), e 1º vice-presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar, com Amélia Malheiros no Espaço Indústria (foto: Fernando Willadino)

Clique aqui e confira as fotos da reunião no Flickr da FIESC

Florianópolis, 15.12.2017 – O Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC) participa do Espaço Indústria, ambiente localizado na Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), em Florianópolis, que mostra, todos os meses, o trabalho de empresas e entidades do Estado. A presidente do SCMC, Amélia Malheiros, destacou a troca de experiência entre empresas catarinenses e de outros Estados, com foco na criação de produtos inovadores, na antecipação de tendências e no atendimento às demandas dos consumidores. O movimento, que surgiu em 2005 com o apoio da Federação, é integrado por 15 empresas, mas tem forte parceria com estudantes e instituições de ensino. Os principais resultados do SCMC foram apresentados na reunião de diretoria da FIESC, nesta sexta-feira (15).

“Precisávamos nos reinventar para enfrentar os desafios dos anos seguintes. São 12 anos de uma jornada onde empresários de empresas familiares e de capital aberto vêm tentando entender o ecossistema da indústria da moda e, assim, se transformando. Então, este é o SCMC. Um programa que tem esse propósito de tornar Santa Catarina um ambiente criativo”, disse Amélia.

O presidente da FIESC, Glauco José Côrte, destacou o trabalho realizado pelo SCMC. “Recomendo a todas as empresas que queiram inovar e têm essa cultura da inovação que procurem o SCMC. Novamente Santa Catarina passa a ser um referencial para o País em termos de inovação na questão da moda. O SCMC é reconhecido como um movimento de liderança no País nessa área”, afirmou.

As 15 empresas que compõem o SCMC são de todos os portes. Desde as que faturam R$ 2 bilhões por ano e empregam 8 mil trabalhadores até empresas pequenas, informou Amélia. “Trabalhamos com uma lateralidade com as instituições de ensino, com professores, coordenadores, reitores, mas principalmente com os estudantes. A gente acredita muito na educação, assim como a FIESC, que trabalha com essa finalidade”, completou. Amélia disse que neste ano a indústria 4.0 e o perfil do consumidor foram assuntos que mereceram maior atenção. “Precisamos saber quem é o consumidor que está na ponta, caso contrário, não se consegue transformar algo em valor”, concluiu.