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ENCONTRO DOS SECRETÁRIOS EXECUTIVOS

 
1º ENCONTRO DE SECRETÁRIOS EXECUTIVOS - 2007
Data: 06 de outubro de 2007
Horário: 10:00 às 16:00
Local: Centro de Eventos do Sistema FIESC
Foco: Gestão Sindical, cadastro de associados e contribuição sindical.
 
2º ENCONTRO DE SECRETÁRIOS EXECUTIVOS - 2008
Data: 22 de setembro de 2008
Horário: 10:00 às 16:00
Local: Centro de Eventos do Sistema FIESC
Foco: Promover a aproximação dos Secretários Executivos com as áreas técnicas da FIESC e possibilitar atualização acerca de temas de interesse, além de ser preparativo para o III Encontro Nacional da Indústria.
 
3º ENCONTRO DE SECRETÁRIOS EXECUTIVOS - 2009
Data: 19 e 20 de outubro de 2009
Horário: 08:30 às 18:00
Local: Centro de Eventos do Sistema FIESC e SENAI/CTAI
Foco: Treinamento sobre o Sistema Integrado de Gestão da Arrecadação – SIGA
 
4º ENCONTRO DE PRESIDENTES E SECRETÁRIOS EXECUTIVOS - 2010
Data: 15 de setembro de 2010
Horário: 15:00 às 18:00
Local: Hotel Mercure - Itacorubi - Florianópolis - SC
Foco:  Programa de Desenvolvimento Associativo e principais desafios e ações para alavancar os sindicatos.
 
Materiais do evento disponíveis para download: 
Apresentação Andréas Dohle
Apresentação CNI 
 
5º ENCONTRO DE PRESIDENTES E SECRETÁRIOS EXECUTIVOS - 2011
Data: 23 de novembro de 2011
Horário: 14:00 às 18:00
Local: Centro de Educação, Eventos, e Lazer do Sistema FIESC - Florianópolis - SC
Foco: Ampliar o conhecimento por meio da troca de experiências e possibilitar atualização acerca de temas de interesse associativo.
 
6º ENCONTRO DE SECRETÁRIOS EXECUTIVOS - 2012 
A Federação das Indústrias (FIESC) promoveu nos dias 03 e 04 de outubro, o 6º Encontro de Secretários Executivos dos Sindicatos de Indústria filiados à Federação. O evento foi realizado no Centro de Educação, Eventos, e Lazer do Sistema FIESC (CEEL), em Florianópolis.

Material do evento disponível para download: 
Apresentações do Evento 
 

7º ENCONTRO DE SECRETÁRIOS EXECUTIVOS - 2013 
Florianópolis, 16.8.2013 - Na abertura do 7º Encontro de Secretários Executivos, o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Glauco José Côrte, afirmou que os sindicatos devem estar cada vez mais próximos da indústria para conhecê-la, entendê-la e ter condições de atender as demandas ou dar encaminhamento a elas. "Temos grande orgulho do nosso sistema sindical, do nosso modelo também. Temos orgulho de dizer que somos o Estado que mais tem sindicatos industriais filiados. Isso mostra bem o espírito associativo do industrial de Santa Catarina", disse.  

 
Presidente da FIESC, Glauco José Côrte, no Encontro de Secretários Executivos
Foto: Filipe Scotti

 
O encontro se iniciou na quinta-feira (15), em Florianópolis, no Centro de Eventos da FIESC, e se encerrou nesta sexta-feira. Côrte falou a um grupo formado por 55 secretários executivos, que representam 74 sindicatos de indústria filiados à Federação. Ele também afirmou que é preciso prestar um bom serviço e estar próximo da indústria. "Temos que ser proativos. Temos que ser agentes de mudança", destacou, afirmando que a indústria de hoje é muito diferente daquela de cinco anos atrás. O presidente da FIESC disse ainda que a entidade está empenhada em ampliar a representatividade industrial.

Durante mesa-redonda sobre como atrair e manter associados, a secretária executiva do Sindicato das Indústrias de Cerâmicas e de Olarias do Oeste do Paraná (Sindicer Oeste), Adriana Bayer, chamou a atenção para a importância das ações de relacionamento com os empresários. "Nosso principal objetivo é ir à indústria, ao chão de fábrica, e verificar a real necessidade dos empresários para atendê-la de alguma forma", disse. Ela informou que pesquisa feita pelo sindicato mostra que 98% dos empresários ouvidos querem a visita do executivo na empresa. "Essa é uma das principais ações que desenvolvemos", afirmou.

 
Adriana Bayer secretária executiva do Sindicato das Indústrias de Cerâmicas e de Olarias do Oeste do Paraná (Sindicer Oeste).
Foto: Filipe Scotti
 
O Sindicer tem 97 empresas formais na sua base territorial que fabricam telhas e tijolos de barro. Desse total, 45 são filiadas à instituição. "Quando tem um sindicato forte, a indústria ganha toda a representatividade possível. O sindicato existe justamente para defender e representar os empresários. Buscamos deixar bem claro aos industriais que eles têm um sindicato atuante e reconhecido pela sociedade", finalizou.
 

Luciano Pinheiro, especialista em assuntos da área sindical. 
Foto: Rafael Teixeira
 
Durante painel sobre associativismo e competitividade, o especialista Luciano Pinheiro disse que o associativismo é uma forma de reunir empresas em torno de um objetivo comum. "Normalmente começa com um problema. Temos alguma dificuldade nas nossas empresas e nos unimos porque é muito mais fácil conseguir soluções em conjunto. Esse é o princípio básico do associativismo. A partir do momento em que se resolve o problema, percebemos que trabalhar juntos também nos faz ser mais competitivos e dá mais resultados", afirmou.
 
Vicente Sevilha, consultor da Confederação Nacional da Indústria - CNI. 
Foto: Rafael Teixeira 
 
O encontro, que se encerrou ao meio-dia desta sexta-feira, também teve palestra sobre "atitude empreendedora na atividade sindical", proferida pelo autor do livro "Assim nasce uma empresa", Vicente Sevilha. Além disso, também foi realizado o workshop "Criando um plano de trabalho para atrair e manter associados", com a coach Anna Zaharov.
 

Anna Zaharov, especialista em Coach.
Foto: Filipe Scotti 
 

 

8º ENCONTRO DE SECRETÁRIOS EXECUTIVOS - 2014 

Secretários executivos de 85 sindicatos de indústria filiados à FIESC participam de encontro nos dias 3 e 4 de Abril de 2014, em Florianópolis, para debater estratégias para alavancar a gestão dos sindicatos e o papel dos executivos nesse processo. Na abertura do evento, o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, destacou o esforço da instituição para melhorar o ambiente institucional e para elevar o número de trabalhadores qualificados. Para isso, pediu o apoio dos sindicatos. "Nosso trabalho depende essencialmente da contribuição que os sindicatos podem dar. Quero pedir muito trabalho e dedicação. Na FIESC, temos um dono, que é a indústria de Santa Catarina. É a ela que devemos responder, atendendo com eficiência e agilidade", afirmou.


Foto: Heraldo Carnieri

O presidente da FIESC também falou de outros dois eixos de atuação da entidade, que são a qualidade de vida e a tecnologia e inovação. "Temos muito bem definido qual tem sido e qual será nossa caminhada nos próximos anos: educação, desenvolvimento da indústria e saúde e segurança do trabalhador. Tudo isso está interligado com a educação. Um trabalhador com um nível de escolaridade melhor é mais saudável, produtivo, sujeito a menos acidentes, tem qualidade de vida melhor para sí e sua família. Queremos ir um pouco mais além, e com nosso trabalho, chegar à família do trabalhador catarinense", afirmou.

Ainda em relação à educação, Côrte lembrou que 1,3 mil indústrias já aderiram ao Movimento A Indústria pela Educação. "Com elas estamos construindo um currículo para atender as demandas. Queremos prestar serviços demandados pela indústria. O nosso trabalho tem que refletir as necessidades do setor. Por isso, a participação dos sindicatos é muito importante. Estamos bastante focados na questão da educação", ressaltou.

No encontro também foi apresentada a campanha que tem o objetivo de valorizar os sindicatos e de prospectar novos associados ao quadro atual. A campanha integra o Programa Associativo pela Competitividade da Indústria, que a FIESC lançou em fevereiro. A iniciativa integra mais de 200 ações e prevê o atendimento a 1,5 mil indústrias.
 

Foto: Heraldo Carnieri

Neste ano o evento teve sua dinâmica alterada, sendo os participantes divididos em duas turmas. Enquanto uma turma participava do Curso "O papel do Executivo na Superação dos Desafios do Sindicato" ministrado pelo Sr. Marcelo Lomenino, Consultor da CNI.


Foto: Heraldo Carnieri

A outra turma participava da "Mesa Redonda - Gestão Sindical Eficiente: Como alavancar a gestão do Sindicato?" em que foram debatidos os cases do Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Noroeste de Mato Grosso - SIMNO apresentado pelo Sr. Valdinei Bento dos Santos e do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Rio do Sul - SIMMERS pelo Sr. Aldo Kaestner e mediado pelo mediador da CNI Sr. Paulo César Ferreira.


Foto: Heraldo Carnieri

O evento contou com a participação de 60 participantes representando 85 Sindicatos das Indústrias de treze das quinze vice-presidências regionais da FIESC espalhadas por Santa Catarina.

Material do evento disponível para download: 

Boas-vindas 8º Encontro de Secretários Executivos  
Modelo FIESC de Relacionamento com a Indústria
Case - Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Noroeste de Mato Grosso - SIMNO
Case - Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Rio do Sul – SIMMERS 

 

ENAI - ENCONTRO NACIONAL DA INDÚSTRIA

1º ENCONTRO NACIONAL DA INDÚSTRIA - 2006
Data: 28 e 29 de junho de 2006
Local: Hotel Blue Tree - Brasília/DF
Foco: O crescimento sustentado do país e aprovação do documento Crescimento. A Visão da Indústria. O estudo aponta medidas em dez áreas prioritárias para o Brasil superar os obstáculos ao desenvolvimento.
 
2º ENCONTRO NACIONAL DA INDÚSTRIA - 2007
Data: 22 e 23 de outubro de 2007
Local: Hotel Blue Tree - Brasília/DF
Foco: Promover a integração do Sistema Indústria, fortalecer o associativismo e apresentar ao Governo e à sociedade a posição da Indústria sobre temas importantes para o desenvolvimento nacional.
 
3º ENCONTRO NACIONAL DA INDÚSTRIA - 2008
Data: 28 e 29 de outubro de 2008
Local: Centro de Eventos e Convenções Brasil 21 – Brasília
Foco: Discussão e apresentação de alternativas para contribuir com a efetiva conquista da competitividade da indústria nacional, promovendo uma maior integração da Indústria. Foi elaborada a Carta da Indústria, documento que propõe agenda emergencial para o Brasil superar a crise.
 
4º ENCONTRO NACIONAL DA INDÚSTRIA - 2009
Data: 17 e 18 de novembro de 2009
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Brasília
Foco: A recuperação da economia brasileira, a valorização do real, os problemas de competitividade e as perspectivas de crescimento associadas a projetos de infraestrutura e de energia.
 
5º ENCONTRO NACIONAL DA INDÚSTRIA – 2010         
Data: 01 e 02 de dezembro de 2010
Local: Hotel Transamérica - São Paulo - SP
Foco: Com o tema A Indústria pela Competitividade na Economia Brasileira, o evento reuniu 2 mil líderes empresariais e lideranças de entidades de representação da Indústria, em diversos setores.
 
6º ENCONTRO NACIONAL DA INDÚSTRIA – 2011
A Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina levou uma delegação de 70 Empresários e representantes de sindicatos de indústria para participar do 6º Encontro Nacional de Indústria (ENAI), nos dias 26 e 27 de outubro, em São Paulo.
 
 
A 6ª edição do Encontro teve como tema central o fortalecimento da competitividade da indústria brasileira. Por meio de palestras, debates e sessões plenárias foram abordadas as grandes questões nacionais no contexto econômico, social e político, que influenciam a competitividade da indústria e a inserção do Brasil no mercado globalizado.
 

7º ENCONTRO NACIONAL DA INDÚSTRIA – 2012

Mais de 100 empresários catarinenses e representantes de sindicatos da indústria filiados à Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC participaram nos dias 5 e 6 de dezembro em Brasília do 7º Encontro Nacional da Indústria (ENAI), o mais representativo evento empresarial da indústria brasileira, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). 
 

 
Com o tema "O Futuro da Indústria", o encontro debateu assuntos como produtividade, investimento, infraestrutura, inovação, tecnologia, educação, conjuntura política e econômica. Além do ENAI, a delegação catarinense teve a oportunidade de se reunir com o Fórum Parlamentar Catarinense onde foram debatidos os principais desafios do setor para o próximo ano.

 

8º ENCONTRO NACIONAL DA INDÚSTRIA – 2013

Entre os dias 11 e 12 de dezembro, a Federação das Indústrias de Santa Catarina - FIESC liderou uma delegação de 100 empresários e representantes de sindicatos de indústria filiados à entidade ao 8º Encontro Nacional da Indústria - ENAI, o mais representativo evento empresarial da indústria brasileira, promovido pela Confederação Nacional da Indústria - CNI, em Brasília.


  
O evento tem o objetivo de contribuir para o crescimento e aperfeiçoamento do setor ao promover debates sobre temas de interesse e reivindicar compromissos do governo. Entre os assuntos, os destaques foram a inserção da indústria brasileira nas cadeias globais de valor; os acordos comerciais; educação e inovação; o impacto das relações de trabalho na competitividade; infraestrutura e logística, além de tributação e financiamento.

A abertura do evento contou com a participação do Senador Armando Monteiro, Ministro Aloizio Mercadante, Ministro Guido Mantega, Presidente Dilma Rousseff, Presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, Ministro Fernando Pimentel, Ministro Luis Antonio Rodrigues Elias e presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

Segundo afirmação foi feita pela presidente Dilma Rousseff, o Brasil precisa combater a burocracia, modernizar as estruturas institucionais e a capacidade de se relacionar com a sociedade. "Precisamos combater a tradição burocrática, do selo, do carimbo", destacou Dilma. "Não podemos ter múltiplas portas de entrada e processos que se sobrepõem", completou, reconhecendo que o excesso de burocracia prejudica a competitividade das empresas brasileiras. Santa Catarina participa do encontro com mais de 100 empresários e representantes de sindicatos de indústria de todo o Estado, liderados pela Federação das Indústrias de Santa Catarina - FIESC. O evento é a convenção anual do setor e se encerra nesta quinta-feira.

O presidente da FIESC, Glauco José Côrte, destaca que Dilma colocou alguns pontos considerados essenciais para que indústria e empresas brasileiras se tornem mais competitivas, como é o caso de investimentos expressivos em infraestrutura. "Além das rodovias, temos uma questão crítica em Santa Catarina, que são as ferrovias, assunto abordado pela presidente. Elas vão exigir mobilização para que os pleitos entrem nos projetos do governo. Nos debates que tivemos aqui no ENAI, os representantes do setor industrial puderam levantar questões que são cruciais para o desenvolvimento e a competitividade como é o caso da burocracia excessiva, a demora no licenciamento ambiental e as normas trabalhistas que tiram a flexibilidade nas negociações", afirmou.

Em seu discurso, Dilma lembrou que o acordo fechado na reunião da Organização Mundial do Comércio - OMC semana passada, em Bali, beneficiará o Brasil.
Mas também representa mais um desafio à competitividade brasileira. Por isso, afirmou ela, governo e empresários devem reforçar as parcerias para ajudar o Brasil a superar os obstáculos ao aumento da produtividade.

Ela também citou os avanços feitos pelo País nas últimas décadas e destacou os resultados das concessões na área de infraestrutura - portos, aeroportos e rodovias - os leilões de energia e dos campos de exploração de petróleo e gás. Dilma admitiu que a parceria do governo com o setor privado é essencial, não só pelo valor dos investimentos, mas, sobretudo, pela capacidade de gestão e pelos ganhos de eficiência aplicados pelas empresas.

Dilma destacou o êxito do Pronatec, realizado em parceria com entidades do chamado Sistema S, tema também lembrado pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade. Em seu discurso para os cerca de 2,3 mil líderes empresariais que participam do ENAI, ele disse que o SENAI atenderá quatro milhões de pessoas em 2014. Andrade destacou que o Brasil precisa vencer uma série de desafios para ganhar competitividade. "Devemos atacar a insegurança jurídica, que gera graves incertezas, afasta investimentos e freia o crescimento", disse.

Andrade chamou atenção para a necessidade de modernização das relações trabalhistas. Segundo ele, um dos principais obstáculos ao crescimento é a ausência de regulamentação do trabalho terceirizado. "A falta de uma lei que trate desse tema de forma adequada deixa o nosso País em descompasso com a tendência global", disse.

Os empresários estão preocupados com as novas normas de segurança no trabalho, como a NR-10 e a NR-12. Ambas, afirmou Andrade, impõem custos "incalculáveis e desnecessários", especialmente às pequenas e médias empresas.

O presidente da CNI salientou ainda a necessidade de renovação do Reintegra, que devolve aos exportadores parte dos impostos pagos, para estimular as vendas externas do País, especialmente diante dos sinais de recuperação da economia mundial.