Nesta quarta (15), diretor do Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados, André Pierre Mattei, falará sobre o uso de conhecimentos e tecnologias para o desenvolvimento e resiliência de comunidades

Florianópolis, 14.5.2019 – O diretor do Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados, André Pierre Mattei, será um dos painelistas da 22ª Sessão da Comissão de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento (CSTD, na sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta quarta (15), em Genebra-Suíça. “Vamos debater como fazer para que usar as tecnologias disponíveis para melhorar o bem-estar das pessoas, como fazer para o conhecimento que está nas universidades chegar a indústria, que são coisas que fazemos nos institutos e escolas do SENAI, nos serviços de inovação, educação e tecnologia”, destaca o pesquisador. O evento tratará do papel da ciência, tecnologia e inovação na construção de comunidades resilientes, inclusive através da contribuição da ciência cidadã.

“Vamos identificar formas de as comunidades, mesmo as mais carentes, aproveitarem o conhecimento e tecnologia para se desenvolverem, isso é a resiliência”, explica Mattei. Algumas das importantes questões normativas levantadas incluem a tecnologia e interface de vida, bem como a governança do uso e desenvolvimento de tecnologias de fronteira - ou seja, análise de big data, edição de biotecnologia e genoma, Internet das coisas (IoT) e inteligência artificial. A CSTD também é uma plataforma aberta, na qual propostas, ideias, experiências, casos e pensamentos intelectuais podem ser canalizados para gerar impacto na política. Facilita colaborações concretas entre os estados membros, ONGs e atores no espaço da ciência, tecnologia e desenvolvimento.

Institutos SENAI de Inovação

Sediado no Sapiens Parque, em Florianópolis, o Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados oferece soluções em sistemas ciberfísicos com foco na gestão de tempo, custo e riscos. Seus segmentos estratégicos de atuação são as indústrias aeroespacial, automotiva, de energia, óleo e gás, automação e TIC, além dos setores de defesa, saúde e telecomunicações. O portfólio de serviços inclui o desenvolvimento de dispositivos e equipamentos para computação embarcada, sistemas de aquisição e controle embarcados e sistemas de análise de dados em sistemas embarcados.

A estrutura integra uma rede composta por 26 institutos de inovação, instalados em 12 estados, sempre próximos a complexos industriais e universitários. A rede tem o objetivo de aumentar a produtividade e a competitividade da indústria brasileira, com a criação de soluções ágeis, inovadoras e sob medida para indústrias de grande, médio e pequeno porte. O foco de atuação é a pesquisa aplicada, desde a fase pré-competitiva, de definição de conceitos e experimentações, até a etapa final, quando o novo produto está prestes a ser fabricado pela indústria. O atendimento abrange Apoio laboratorial para prototipagem e plantas-piloto (estágio pré-competitivo), serviços tecnológicos de alta complexidade e alto valor agregado, transferência tecnológica, aumento de performance, redução de riscos tecnológicos, ecossistema de inovação para desenvolvimento de novos produtos, processos e tecnologias, conexão com os principais atores do Sistema Nacional de Inovação e consultoria e treinamento em diversas áreas tecnológicas. Outros dois institutos – de Sistemas de Manufatura e em Processamento a Laser – estão sediados em Joinville.

 

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