Confira artigo do presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, publicado na edição de final de semana do jornal Notícias do Dia (8 e 9 de junho) sobre a Reforma da Previdência


O País nunca debateu tão profundamente a reforma da previdência como agora. Até porque ela nunca foi tão urgente. É necessário esclarecer a opinião pública de que a proposta em debate no Congresso é boa para o País e torna o sistema mais igualitário entre servidores públicos e do setor privado. A previdência já responde por mais da metade das despesas da União, o que não é sustentável.

O País não pode ficar refém de corporações e não deve desperdiçar a oportunidade que a discussão em curso cria. A reforma tem que ser para valer, gerando a economia e o equilíbrio das contas públicas que o Brasil necessita. Todos devem ter clareza de que sem isso vai faltar dinheiro não só para pagar as aposentadorias das atuais e futuras gerações, mas também se agravará o já trágico cenário da educação, da saúde, da segurança pública e da infraestrutura. Portanto não podemos permitir que propostas que resultem em “meia reforma” ganhem fôlego. A previdência de estados e municípios precisa permanecer no projeto.

É para esclarecer questões como estas que será realizado evento na tarde desta segunda-feira (10) pelo Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (COFEM), integrado pelas federações empresariais da indústria (FIESC), do comércio (Fecomércio), da agricultura (FAESC), dos transportes (Fetrancesc), das associações empresariais (Facisc), das câmaras de dirigentes lojistas (FCDL) e das micro e pequenas empresas (Fampesc), com apoio do setor de comunicação do Estado, por meio da Acaert, da ADI, da Adjori e da ACI. Com a participação da CNI e dos deputados federais que integram a comissão especial da Câmara dos Deputados, vamos debater por que as contas da previdência não fecham e por que a correção disso é fundamental para a retomada do crescimento.

A Nova Previdência abre espaço para uma agenda maior de mudanças necessárias, como a reforma e simplificação do sistema tributário. É um primeiro e importante passo para a volta do crescimento e desenvolvimento do País.


 

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