Artigo do presidente da FIESC, Glauco José Côrte, publicado nos jornais Diário Catarinense e A Notícia na quarta-feira (18)

Indústrias que investem em programas educacionais para qualificar seus trabalhadores registram avanços em produtividade e no desenvolvimento de habilidades relacionadas ao mundo do trabalho. Pesquisa realizada junto às indústrias catarinenses que participaram do Prêmio FIESC de Educação aponta que 71% perceberam ganhos no desenvolvimento de competências e na busca por melhores resultados após o início de ações educacionais. Mais de 38% registram, também, aumento na atração e retenção de talentos.

A educação é percebida pela indústria como fator-chave para a competitividade do setor. Trabalhadores escolarizados e mais qualificados contribuem para o aumento da produtividade e para a eficiência de processos. De fato, a educação vai se consagrando como o principal insumo para o desenvolvimento econômico e social do País. Foi essa premissa que motivou a FIESC a iniciar, em 2012, o Movimento A Indústria pela Educação, que se tornou importante elemento influenciador para a implantação de novas práticas educacionais.

Nesses dois anos alcançamos cerca de duas mil adesões ao Movimento, além de sólida evolução na articulação com os setores público e privado em prol da melhoria qualitativa da educação em Santa Catarina. Considerando o triênio 2012-2014, chegamos a 877 mil matrículas realizadas pelas entidades da FIESC (SESI, SENAI e IEL).

Desde o lançamento do Movimento, diversas ações educacionais foram protagonizadas pelas indústrias. Essas ações refletem os esforços que vem ocorrendo para a elevação da escolaridade básica e a melhoria da qualificação profissional dos trabalhadores.

Na percepção dessas indústrias tais iniciativas geram valor competitivo.  Por isso, representam boa fonte de inspiração para que outras empresas melhorem as suas práticas educativas de forma a impactar positivamente o processo produtivo e a vida dos trabalhadores.

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