Edtechs participaram nesta quarta-feira (29) de ‘pitch day’ na FIESC para apresentar soluções que visam levar tecnologias e inovações às escolas das entidades

                   
Florianópolis, 29.5.2019 – Recursos com laser, imersão na leitura, games educativos, aplicativo para a alfabetização de alunos com dislexia são algumas das ferramentas que podem estar em breve nas salas de aula do SESI e do SENAI. Seis startups de educação, conhecidas como Edtechs, apresentaram nesta quarta-feira (29), na FIESC, soluções desenvolvidas para ampliar o aprendizado e o acesso à tecnologia nas escolas. 

"Este é um canal que estamos estruturando na busca de parceiros na área de tecnologias educacionais", explicou o gerente de Novos Negócios e Parcerias Estratégicas do SESI e SENAI, Fabiano Bachmann, ao dar as boas vindas aos participantes. 

Claudia Onofre, da Startup Dentro da História, falou sobre solução desenvolvida pela empresa de São Paulo para estimular a leitura entre crianças até 11 anos. A editora cria livros personalizados nos quais a criança é protagonista. A ideia é que ela seja dona do seu processo de aprendizagem, desenvolvendo sua capacidade de autonomia, proporcionando a experiência e a vivência do protagonismo. O objetivo é estimular a capacidade criativa, por meio da criação e leitura de livros personalizados que passa a ser mais eficaz e significativo.

De São Paulo, via hangout, Rafael Vivolo explicou como funciona a Movva, que criou o conceito de nudgebots: robozinhos como os chatbots para mudar comportamento e formar novos hábitos. A plataforma envia lembretes de estudos, alternando fatos motivadores, sugestões de atividade, mensagens de reforço, e interatividade, incentivando o desenvolvimento dos alunos. 

A Playmove, de Blumenau, mostrou como funciona sua plataforma educativa baseada em jogos que une recursos lúdicos com componentes curriculares em uma mesa interativa. Mais de mil escolas contam com a ferramenta. Possui sistema operacional próprio, loja de jogos educativos (alinhados com a Base Nacional Comum Curricular) e sistema de gestão e acompanhamento dos alunos. 

Outra solução visa auxiliar na alfabetização de pessoas com dislexia. O programa Domlexia, desenvolvido por uma empresa de Florianópolis, torna o processo mais eficaz, por meio de jogo online com foco na consciência fonológica, e identificando dificuldades de aprendizado de forma precoce. 

A Due Laser, de Palhoça, apresentou máquina de corte e marcação a laser desenvolvida e adaptada para a sala de aula. Ao contrário das industriais, a máquina tem porte menor, é mobile e pode ser utilizada tanto em espaços de educação maker como em cursos técnicos e superiores. 

A última empresa a apresentar foi a Guarani Sport, que mostrou como funciona o programa Cultivar, que usa ferramentas didáticas e pedagógicas para o ensino e a aprendizagem do esporte nas escolas. Inclui capacitações, materiais práticos e didáticos, além de um software de acompanhamento.

Nesta primeira edição do Startup Partners, 27 empresas se inscreveram e seis foram selecionadas para detalhar seus produtos. As soluções agora serão avaliadas por profissionais do SESI e do SENAI para a formalização de parcerias. 

Assessoria de Imprensa
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