Embarques de soja, carne suína e carne de aves puxaram o crescimento no período, informa a FIESC

Florianópolis, 7.6.2017 – A exportações catarinenses acumulam alta de 16,8% (US$ 3,4 bilhões) até maio frente ao mesmo período do ano anterior. Os produtos responsáveis pelo desempenho positivo foram soja, com crescimento de 40,5%, carne suína com alta de 45,8% e carne de aves, com expansão de 10,7%. Os destinos dos embarques que mais avançaram no período foram os Estados Unidos, com aumento de 40,8%, e Rússia, com alta de 137,1%, este último puxado pelas vendas de carne suína. De janeiro a maio, o montante importado pelo Estado alcançou US$ 4,7 bilhões, aumento de 20,4% na comparação com o mesmo período de 2016, conforme dados divulgados pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).

“As exportações catarinenses apresentam trajetória de crescimento em 2017, com desempenho positivo mês a mês. A economia do País começou a se movimentar e outros indicadores também avançaram, como é o caso do Índice de Atividade Econômica, que registrou alta de 2,7%, e a produção industrial, com alta de 5,2% no período”, diz o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, ressaltando que o resultado refletiu o ambiente institucional daquele período. “Agora o ambiente é diferente, mas se as reformas forem aprovadas, como é o caso da trabalhista, previdenciária e a simplificação tributária, tendem a consolidar a retomada do crescimento”, avalia. Côrte lembra ainda que o Índice de Confiança do Empresário Industrial de Santa Catarina teve um leve recuo nos meses de abril e maio deste ano, mas continua indicando otimismo.

As exportações catarinenses em maio somaram US$ 802,8 milhões, valor que representou um avanço de 15,8% em relação a maio de 2016. Os principais produtos responsáveis por esse desempenho no mês foram soja (37,9%), direcionada principalmente para a China; motores e geradores elétricos (41,9%) embarcados, sobretudo, para os Estados Unidos e Alemanha; e madeira serrada (46,9%) exportada para Estados Unidos e México. Por outro lado, houve redução das vendas externas de carne de aves (-4,7%) em decorrência da queda das compras por parte da Arábia Saudita, e de tabaco não manufaturado (-28,8%). Clique aqui e veja os dados completos


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