Reunião foi realizada nesta segunda-feira (15), em Florianópolis, com a participação de algumas das principais lideranças industriais do estado 

Florianópolis, 15.4.2019 – Em reunião do Conselho Estratégico da Indústria Catarinense, formado por lideranças empresariais do estado, foram debatidas estratégias para avanços do setor em áreas como educação, inovação e infraestrutura. No encontro, realizado pela FIESC nesta segunda-feira (15), em Florianópolis, os conselheiros reforçaram o apoio às reformas da previdência e tributária. O presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar, ressaltou que o Conselho auxilia a Federação a exercer sua posição de representação da indústria e orienta a instituição em relação às demandas do setor. Ele também apresentou os principais pontos do mapa estratégico que vão balizar as ações da entidade até 2021. Educação, ambiente de negócio, saúde e segurança, além de infraestrutura, inovação, internacionalização e inclusão de pessoas e empresas na nova economia são os focos. “Onde tem indústria o Índice de Desenvolvimento Humano é mais elevado. Então nosso desenvolvimento passa necessariamente pela indústria”, disse Aguiar.

Ainda no encontro, o superintendente do SESI/SC e diretor regional do SENAI/SC, Fabrizio Machado Pereira, apresentou aos conselheiros os três grandes eixos da educação das entidades: ensino médio, ensino técnico e ensino superior. “Nosso grande objetivo independentemente da quarta revolução industrial continuará sendo formar, qualificar e desenvolver pessoas. Vamos continuar apostando nisso. Educação é a base para o desenvolvimento e dialoga com internacionalização, infraestrutura, inovação e inclusão”, afirmou.

Na reunião, o presidente da CNI em exercício, Glauco José Côrte, destacou a importância de SESI e SENAI para o País. No ano passado, juntas, as instituições realizaram cerca de 5 milhões de matrículas em educação e atenderam 3,5 milhões de trabalhadores em saúde e segurança”, informou.

O diretor de inovação e competitividade   da FIESC, José Eduardo Azevedo Fiates, ressaltou que o Observatório da entidade gera estudos que apoiam as decisões e o entendimento do ambiente de negócios. Segundo ele, um dos grandes desafios é elevar a produtividade e a competitividade do País, a exemplo do que tem ocorrido em países com os quais o Brasil compete, como China, Coreia do Sul, Chile, Alemanha, Portugal e Estados Unidos. “Infraestrutura, talentos, capacidade de inovação e adoção de TIC são itens chave para melhorar esse quadro e está em linha com o que está sendo trabalhado pela FIESC”, disse.  

Também participaram da reunião: Amilcar Scheffer (Intelbras), Carlos Rodolfo Schneider (Ciser Parafusos e Porcas), Carlos Vitor Ohf (Cassava S/A), César Bastos Gomes (Portobello), Cláudio Roberto Grando (Audaces), Gilberto Heinzelmann (Zen S.A), João Karsten Neto (Karsten), José Fernando Xavier Faraco    (Conselheiro Emérito FIESC), Lino Rohden (Rohden Portas), Monika Hufenüssler Conrads (Duas Rodas), Nelcides José Damiani (Damyller), Ney Osvaldo Silva Filho (Catarinense Pharma), Osvaldo Moreira Douat (Conselheiro Emérito FIESC), Rui Altenburg (Altenburg), Vicente Donini (Marisol) e Vilson Hermes (Grupo Dass). 
 

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