Entidades da FIESC avaliam ano e traçam estratégias para 2017

Gestores da Federação, SESI, SENAI, IEL e CIESC debatem oportunidades, demandas da indústria e como ser assertivo no atendimento do setor
Imprimir
  • Côrte com as lideranças da FIESC: Entidades devem se espelhar nas indústrias mais competitivas (Ivonei Fazzioni)
  • Côrte com as lideranças da FIESC: Entidades devem se espelhar nas indústrias mais competitivas (Filipe Scotti)

Florianópolis, 6.12.2016 – Os gestores das entidades da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) de todas as regiões do Estado estão reunidos em Florianópolis desde segunda-feira (5) para dois dias de discussão em que avaliam o ano de 2016 e traçam as estratégias para atender a indústria em 2017. Em pauta as oportunidades, as demandas da indústria, como se preparar para atendê-las, como melhorar o relacionamento e a assertividade no atendimento ao setor, além de como evoluir na comunicação com as empresas industriais de todos os portes.

Apesar do ano desafiador, em 2016 as entidades da FIESC ampliaram em 7% o atendimento, levando seus serviços para 13 mil indústrias. O presidente da FIESC, Glauco José Côrte, disse ter orgulho e agradeceu o esforço de todas as equipes que levaram a esse resultado, num período marcado pela contração econômica, por turbulências políticas, pelos avanços na direção de um país mais combativo frente à corrupção, pela realização das Olimpíadas, por movimentações internacionais intensas, como o Brexit e a eleição de Donald Trump, nos Estados Unidos; e, ao final, pela tragédia com o vôo que levava a equipe da Chapecoense.

Ainda assim, desafiou as equipes da FIESC a “fazerem mais com menos em 2017”, exercício em que se espera redução de receitas, o que vai exigir melhoria de performance. “Precisaremos melhorar nossa produtividade interna, redefinir nossos produtos, modelos de negócio, nos tornamos mais assertivos no atendimento das necessidades industriais”, orientou, convocando as lideranças das entidades a serem os protagonistas das mudanças exigidas pelo atual cenário, em que simultaneamente ocorrem forte contração econômica, instabilidade política e radicais transformações tecnológicas. “Sei que não é fácil liderar e gerenciar mudanças, mas ou fazemos isso ou ficamos para trás”, alertou.

O presidente da FIESC quer que os gestores da FIESC, do SESI, do SENAI, do IEL e do CIESC busquem como referência para o trabalho de suas equipes as melhores indústrias catarinenses. “Se somos indústria, é na indústria que temos que buscar inspiração para nosso trabalho e para superar os desafios”, propôs, citando o tema da campanha de comunicação interna das entidades, que em 2017 será “somos indústria”.